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Usando música na sala de operação
08 de Janeiro, 2016

Usando música na sala de operação

A música está presente em diversos momentos da vida cotidiana. Você, por exemplo, deve ter uma playlist favorita para escutar no trabalho, na academia, enquanto dirige ou para criar um clima para um encontro romântico. Estudos mostram que a relação das pessoas com a música pode começar antes mesmo do nascimento: bebês que escutam música ainda nos ventres de suas mães recebem impactos positivos durante a infância. Outras pesquisas indicam que o poder tranqüilizador da música pode ajudar na recuperação de um trauma ou cirurgia. É comum pensar que o momento de uma cirurgia plástica é de extrema concentração, mas será que o cirurgião plástico pode escutar Beyoncé enquanto realiza um procedimento? É bem possível. De acordo com um estudo publicado no Aesthetic Surgery Journal, alguns cirurgiões plásticos acreditam que a música reduz o estresse e o tempo de operação enquanto outros entendem que ela é uma distração e deve ser evitada. A questão musical durante a cirurgia plástica tende a ser baseada em preferências pessoais, da mesma forma que gostamos mais de uma comida ou de uma roupa do que de outra. “Isto realmente é uma coisa pessoal. Se um cirurgião plástico se sente mais à vontade escutando música, o estresse será menor e aumentará as chances de o procedimento ir melhor. Se o cirurgião plástico prefere o silêncio, a música será uma distração. Pessoalmente, prefiro escutar música e geralmente tenho uma playlist variada para a sala de cirurgias”, afirma o Dr. Adam J. Rubinstein, chefe do setor de cirurgia plástica no Jackson North Medical Center (EUA). Da mesma forma que temos músicas que preferimos para malhar, temos outras que preferimos para relaxar. “Se um cirurgião se sente mais confortável porque escuta uma música (ou por qualquer outra razão), a cirurgia correrá de forma mais suave e poderá até ser completada com mais rapidez. No meu caso, sei que os procedimentos são mais eficientes e suaves quando estou ouvindo alguma música”, diz o Dr. Rubinstein, que afirma carregar um iPod com uma lista eclética que toca no aleatório: “Se alguém não gostar de uma música em particular, pulamos a faixa”. Por que isto importa? Bem, talvez não devesse, mas para um paciente que confia sua saúde a outra pessoa, especialmente durante uma cirurgia, conhecer bem o seu cirurgião é importante. Saber que ele está relaxado e confortável para realizar o procedimento ajuda o paciente a relaxar também, mesmo inconscientemente. Cirurgião feliz deve ter maior chance de atingir bons resultados, certo? No silêncio ou com música, o importante é que ele esteja bem para realizar da melhor maneira seu trabalho.   Fonte: www2.cirurgiaplastica.org.br